
// Agentes e skills //
Ponta a ponta com personas
roda no Claude Code
Uma skill para o Claude Code que faz o Claude montar, ou revisar, os testes de ponta a ponta de um aplicativo web com Playwright. Em vez de testar "o aplicativo", ela testa o aplicativo de cada tipo de usuário: o que o visitante vê, o que o logado sem plano não pode ver, o que o assinante recebe e onde só o admin entra. A ideia central: trocar de pessoa custa uma linha. Um passo de preparo gera a sessão de cada persona antes dos testes, sem passar pela tela de login e sem criar rota de teste no aplicativo. O login de verdade tem um teste só dele, com o código lido na caixa de e-mail local. Tudo roda só na sua máquina e no CI: a configuração recusa banco ou endereço que não seja local, porque estes testes criam contas e dados. Ela começa lendo o projeto e descobrindo em que ponto os testes estão: sem ponta a ponta, todo teste logando pela tela, só um papel testado, admin sem prova, teste que falha às vezes ou ida ao CI. O que ela entrega: as personas nos dados de exemplo, uma conta por papel, só no ambiente local; a sessão sem tela de login, com os arquivos fora do git; travas que param a suíte antes do primeiro teste se o banco, o endereço ou a caixa de e-mail não forem locais; dados de teste que não sobram, com prefixo fixo e limpeza por ele; o que testar em cada persona (a guarda do admin, o que cada papel vê e não vê, o login de verdade, o formulário obrigatório que não pode ser pulado e o rascunho que sobrevive a recarregar); desktop e celular como dois projetos; quatro fichas de consulta; seis moldes (configuração do Playwright, apoio com travas e geração de sessão, guarda do admin, login com leitura do e-mail local, job de CI e personas em SQL); e um conferidor, o conferir.py, que só lê o projeto e acusa .only esquecido, espera fixa por tempo, endereço remoto escrito em teste, arquivo de sessão no git e teste que grava sem o prefixo de limpeza. Limites: a skill só roda os testes contra ambiente local e CI; ela não testa produção e não aceita chave de produção. Os moldes são Playwright com TypeScript, e a geração de sessão está escrita para o Supabase; para outro provedor de login ela dá a ordem das decisões, e esses caminhos não foram executados. Os moldes saíram de uma suíte em uso, com os nomes trocados, e passaram pelo verificador de tipos com Playwright 1.64 e TypeScript 5.9; o SQL rodou em Postgres 18 e nenhum molde foi executado nesta forma contra um aplicativo. O número medido (86 testes em 22,6 segundos contra o build de produção) é de um sistema, numa máquina de 8 GB; no seu projeto o tempo será outro. O celular é emulação no Chromium, não o navegador de um aparelho de verdade. O molde de CI é para o GitHub Actions. Provar que conteúdo pago não sai do servidor é assunto da skill irmã vazamento-de-paywall; login e permissões no banco, da app-com-supabase. O conferidor lê texto, linha a linha; não achar não prova que não há. Requisitos: Node 20.12 ou mais novo, @playwright/test no projeto e um banco local que sobe por comando. Python 3.8 ou mais novo, só para o conferidor, que usa só a biblioteca padrão e não acessa a rede. Para instalar, descompacte o .zip em ~/.claude/skills/.
- Roda no Claude Code
- Avançado
Uma skill para o Claude Code que faz o Claude montar, ou revisar, os testes de ponta a ponta de um aplicativo web com Playwright. Em vez de testar "o aplicativo", ela testa o aplicativo de cada tipo de usuário: o que o visitante vê, o que o logado sem plano não pode ver, o que o assinante recebe e onde só o admin entra. A ideia central: trocar de pessoa custa uma linha. Um passo de preparo gera a sessão de cada persona antes dos testes, sem passar pela tela de login e sem criar rota de teste no aplicativo. O login de verdade tem um teste só dele, com o código lido na caixa de e-mail local. Tudo roda só na sua máquina e no CI: a configuração recusa banco ou endereço que não seja local, porque estes testes criam contas e dados. Ela começa lendo o projeto e descobrindo em que ponto os testes estão: sem ponta a ponta, todo teste logando pela tela, só um papel testado, admin sem prova, teste que falha às vezes ou ida ao CI. O que ela entrega: as personas nos dados de exemplo, uma conta por papel, só no ambiente local; a sessão sem tela de login, com os arquivos fora do git; travas que param a suíte antes do primeiro teste se o banco, o endereço ou a caixa de e-mail não forem locais; dados de teste que não sobram, com prefixo fixo e limpeza por ele; o que testar em cada persona (a guarda do admin, o que cada papel vê e não vê, o login de verdade, o formulário obrigatório que não pode ser pulado e o rascunho que sobrevive a recarregar); desktop e celular como dois projetos; quatro fichas de consulta; seis moldes (configuração do Playwright, apoio com travas e geração de sessão, guarda do admin, login com leitura do e-mail local, job de CI e personas em SQL); e um conferidor, o conferir.py, que só lê o projeto e acusa .only esquecido, espera fixa por tempo, endereço remoto escrito em teste, arquivo de sessão no git e teste que grava sem o prefixo de limpeza. Limites: a skill só roda os testes contra ambiente local e CI; ela não testa produção e não aceita chave de produção. Os moldes são Playwright com TypeScript, e a geração de sessão está escrita para o Supabase; para outro provedor de login ela dá a ordem das decisões, e esses caminhos não foram executados. Os moldes saíram de uma suíte em uso, com os nomes trocados, e passaram pelo verificador de tipos com Playwright 1.64 e TypeScript 5.9; o SQL rodou em Postgres 18 e nenhum molde foi executado nesta forma contra um aplicativo. O número medido (86 testes em 22,6 segundos contra o build de produção) é de um sistema, numa máquina de 8 GB; no seu projeto o tempo será outro. O celular é emulação no Chromium, não o navegador de um aparelho de verdade. O molde de CI é para o GitHub Actions. Provar que conteúdo pago não sai do servidor é assunto da skill irmã vazamento-de-paywall; login e permissões no banco, da app-com-supabase. O conferidor lê texto, linha a linha; não achar não prova que não há. Requisitos: Node 20.12 ou mais novo, @playwright/test no projeto e um banco local que sobe por comando. Python 3.8 ou mais novo, só para o conferidor, que usa só a biblioteca padrão e não acessa a rede. Para instalar, descompacte o .zip em ~/.claude/skills/.
Como usar
01
Copie o prompt
Use o botão Copiar prompt aqui na página.
02
Cole na sua IA
Abra o Claude Code na pasta do projeto e cole o prompt.
03
Instale a skill baixada
Instale o arquivo baixado no Claude e chame a skill em qualquer conversa.
Vem no pacote
- Prompt pra copiar e colar
- Skill em .zip pra instalar no Claude
Combina com
- Vazamento de paywallProva, por tipo de usuário, que o conteúdo pago não sai do servidor: marcadores nos dados de teste, procurados na resposta crua de cada rota.TestesSegurançaAvançado
- Engenharia do projetoO método para conduzir um projeto de software do papel à produção com o Claude Code, em qualquer stack, para quem nunca programou e para dev experiente.MétodoEspecificaçãoIniciante

