
// Agentes e skills //
Revisor de código
roda no Claude Code
Uma skill para o Claude Code que faz o Claude revisar uma mudança de código antes de ela ir para produção. Serve a quem programa com agente e quer uma segunda leitura de verdade no que foi escrito, por ele mesmo ou por outro agente. O Claude lê, verifica, corrige o mínimo e relata; enviar o código, aplicar migration no banco remoto e aceitar subir com achado em aberto é seu. A ideia central: quem procura o defeito e quem decide se ele existe são leituras diferentes. Revisores com lentes separadas (banco e implantação, segurança e fronteiras, comportamento, qualidade dos testes) procuram defeito real. Depois, uma segunda leitura tenta refutar cada achado seguindo o caminho de código de verdade. Só é corrigido o que sobra dos dois. Ela começa pelo git, não pela descrição de quem escreveu, e escolhe a revisão que cabe: só documentação, mudança fora de zona sensível, zona sensível (banco, pagamento, login e permissões ou segredo), mudança grande demais ou código de outro agente, em que o relatório de "tudo passou" é tratado como alegação. O que ela entrega: o escopo da revisão tirado do git, com os arquivos agrupados por zona e as lentes que a mudança pede; achado com formato fixo (título, arquivo e linha, severidade e o cenário concreto de falha; sem cenário, não é achado); verificação adversarial, com veredito de confirmado, confirmado em parte, refutado ou não verificado e a severidade rebaixada às claras; correção mínima, reverificada contra o achado original; e um relatório ao dono que responde "posso subir?" e separa o que foi verificado rodando, o que foi só lido e o que não foi conferido. Vêm quatro fichas de consulta, cinco modelos (os papéis de cada leitor, o achado, o relatório, um exemplo fictício preenchido e a configuração de zonas do projeto) e um script, o escopo.py, que só lê o git e imprime a base, os arquivos por zona, as lentes pedidas e os avisos: mudança grande demais, migration junto de código, arquivo de teste removido e arquivo de ambiente no diff. Limites: revisão por leitura não prova ausência de defeito. Ela não pega o que só aparece rodando (corrida, desempenho, memória), o que está fora da diferença, nem o que nenhuma lente pergunta; não é auditoria de segurança do sistema inteiro nem substitui teste automatizado. O script decide a zona pelo caminho do arquivo, não pelo conteúdo, então a skill manda acrescentar lente à mão quando preciso. O método saiu de uma revisão real feita com vários agentes; a revisão em passes por um agente só e a lente de testes separada são desenho do método, sem esse uso anterior, e com um agente o relato diz "independência limitada". Os números do método (800 linhas ou 40 arquivos por revisão, quatro verificações por lente, duas rodadas de correção) são ponto de partida, não medida. As perguntas das lentes vieram de um aplicativo web com banco relacional; em outro tipo de sistema, precisam ser reescritas. Com vários agentes a revisão custa mais: três lentes e seis achados a verificar são doze leituras, e a skill diz o número antes. Requisitos: git e Python 3.8 ou mais novo, só para o script, que usa só a biblioteca padrão, não acessa a rede, não altera o repositório e não abre arquivo de ambiente (de um .env sai só o nome). Para instalar, descompacte o .zip em ~/.claude/skills/.
- Roda no Claude Code
- Intermediário
Uma skill para o Claude Code que faz o Claude revisar uma mudança de código antes de ela ir para produção. Serve a quem programa com agente e quer uma segunda leitura de verdade no que foi escrito, por ele mesmo ou por outro agente. O Claude lê, verifica, corrige o mínimo e relata; enviar o código, aplicar migration no banco remoto e aceitar subir com achado em aberto é seu. A ideia central: quem procura o defeito e quem decide se ele existe são leituras diferentes. Revisores com lentes separadas (banco e implantação, segurança e fronteiras, comportamento, qualidade dos testes) procuram defeito real. Depois, uma segunda leitura tenta refutar cada achado seguindo o caminho de código de verdade. Só é corrigido o que sobra dos dois. Ela começa pelo git, não pela descrição de quem escreveu, e escolhe a revisão que cabe: só documentação, mudança fora de zona sensível, zona sensível (banco, pagamento, login e permissões ou segredo), mudança grande demais ou código de outro agente, em que o relatório de "tudo passou" é tratado como alegação. O que ela entrega: o escopo da revisão tirado do git, com os arquivos agrupados por zona e as lentes que a mudança pede; achado com formato fixo (título, arquivo e linha, severidade e o cenário concreto de falha; sem cenário, não é achado); verificação adversarial, com veredito de confirmado, confirmado em parte, refutado ou não verificado e a severidade rebaixada às claras; correção mínima, reverificada contra o achado original; e um relatório ao dono que responde "posso subir?" e separa o que foi verificado rodando, o que foi só lido e o que não foi conferido. Vêm quatro fichas de consulta, cinco modelos (os papéis de cada leitor, o achado, o relatório, um exemplo fictício preenchido e a configuração de zonas do projeto) e um script, o escopo.py, que só lê o git e imprime a base, os arquivos por zona, as lentes pedidas e os avisos: mudança grande demais, migration junto de código, arquivo de teste removido e arquivo de ambiente no diff. Limites: revisão por leitura não prova ausência de defeito. Ela não pega o que só aparece rodando (corrida, desempenho, memória), o que está fora da diferença, nem o que nenhuma lente pergunta; não é auditoria de segurança do sistema inteiro nem substitui teste automatizado. O script decide a zona pelo caminho do arquivo, não pelo conteúdo, então a skill manda acrescentar lente à mão quando preciso. O método saiu de uma revisão real feita com vários agentes; a revisão em passes por um agente só e a lente de testes separada são desenho do método, sem esse uso anterior, e com um agente o relato diz "independência limitada". Os números do método (800 linhas ou 40 arquivos por revisão, quatro verificações por lente, duas rodadas de correção) são ponto de partida, não medida. As perguntas das lentes vieram de um aplicativo web com banco relacional; em outro tipo de sistema, precisam ser reescritas. Com vários agentes a revisão custa mais: três lentes e seis achados a verificar são doze leituras, e a skill diz o número antes. Requisitos: git e Python 3.8 ou mais novo, só para o script, que usa só a biblioteca padrão, não acessa a rede, não altera o repositório e não abre arquivo de ambiente (de um .env sai só o nome). Para instalar, descompacte o .zip em ~/.claude/skills/.
Como usar
01
Copie o prompt
Use o botão Copiar prompt aqui na página.
02
Cole na sua IA
Abra o Claude Code na pasta do projeto e cole o prompt.
03
Instale a skill baixada
Instale o arquivo baixado no Claude e chame a skill em qualquer conversa.
Vem no pacote
- Prompt pra copiar e colar
- Skill em .zip pra instalar no Claude
Combina com
- Dublagem de trecho com emenda casadaTroca só o trecho errado da fala casando nível, timbre, sala e duração com o entorno — e só com consentimento registrado.PythonProduçãoAvançado
- Roteiro no seu estilo de falaMede o seu jeito de falar pelas transcrições antigas e escreve o roteiro nesse estilo, em dois arquivos: a narração pura e o roteiro de edição.RoteiroPesquisaIntermediário
- Decupagem do brutoLimpa o bruto: tira bastidor, tentativa abandonada, gaguejo e pausa morta, deixa a última tentativa certa e entrega EDL, render e QA.PythonProduçãoAvançado


